Linguagem corporal na área jurídica: entenda!

Descubra como a linguagem corporal pode fortalecer a comunicação e a persuasão no campo jurídico, influenciando julgamentos, audiências e negociações.
O que faz um advogado especializado em Direito Desportivo

Muitas são as áreas de atuação para os profissionais do Direito e o Direito Desportivo é uma delas. O Direito Desportivo é um ramo do Direito que trata das relações jurídicas existentes nas atividades desportivas. Trata-se de todo um conjunto de regramentos, com disposições administrativas, trabalhistas, civis e fiscais, entre outras. Como se tornar um advogado nesta área? Para a atuação como advogado de Direito Desportivo é preciso requerer um certificado de especialização na área e para isso é preciso ter feito um curso de pós-graduação. Esses profissionais atuam com: · Atletas · Organizações · Instituições A área, portanto, é bastante ampla e promissora para advogados especialistas, que podem atuar em muitas frentes, como nos departamentos jurídicos dos clubes e de associações, dentro das próprias federações e confederações, no agenciamento de atletas, além de participarem das principais ações nas regulamentações de competições. A legislação esportiva é bastante ampla e envolve várias áreas do Direito como: · Direito contratual (como exemplo, podemos citar transferência de jogadores, publicidade, bônus) · Direitos de imagem (como exemplo, podemos citar gestão de imagem, contratos relacionados à licença, patrocínio, direitos de retransmissão em mídias); · Direito tributário (como exemplo, podemos citar indenizações, bônus, tributação de renda); · Direito das sociedades (como, por exemplo, os estatutos dos clubes); · Responsabilidade e legislação de seguros (como exemplo, podemos citar lesões nos atletas, danos ao público, outros tipos de acidentes); · Direito do trabalho (como, por exemplo, os contratos de trabalho); · Direito internacional (como, por exemplo, as legislações de outros países). A atuação desse advogado ocorre principalmente de duas formas: · Informação e orientação ao cliente sobre os possíveis ou reais problemas e quais os melhores caminhos a serem seguidos; · Defesa do cliente em processo, atuando como seu representante legal. A média salarial, no Brasil, para um advogado de Direito Desportivo é em torno de R$6.500,00 podendo chegar até a valores muito maiores, dependendo do tipo de atuação e da experiência do profissional. Como já dito anteriormente, essa é uma área de atuação bastante ampla no nosso país devido, principalmente, ao futebol, esporte paixão nacional e que, com isso, movimenta bastante a área esportiva. Mas também é uma área não tão explorada pelos profissionais do Direito, tendo ainda muito campo de atuação. Porém, essa é uma área na qual o profissional precisa ter muito estudo e conhecimento, não só nas citadas áreas do Direito, mas também na área esportiva e de finanças. Quanto mais conhecimentos e diferenciais, maior o destaque e, por consequência, os ganhos nesse mercado. Mas não é somente nos clubes, confederações e com jogadores de futebol que os advogados especialistas atuam. Apesar de que, normalmente, a mídia dê maior destaque aos casos, na justiça desportiva, relacionados ao futebol. Essas são algumas reportagens, para exemplificar: Ex-procurador do STJD afirma: ‘Brasil parece estar no epicentro da manipulação de resultados do futebol’ https://br.noticias.yahoo.com/ex-procurador-stjd-afirma-brasil-011521240.html Casos de violência marcam futebol brasileiro no começo de 2022 https://cultura.uol.com.br/esporte/noticias/2022/04/25/3292_casos-de-violencia-marcam-futebol-brasileiro-no-comeco-de-2022.html Muitos outros esportes têm crescido bastante no nosso país e isso também colabora para que a área de atuação cresça. A dica dos especialistas para quem quer ingressar nessa área é buscar cursos em instituições de renome e confiabilidade. A própria OAB oferece um curso em advocacia desportiva. Se você se interessa sobre Direito Desportivo, temos como sugestão ler esse artigo do nosso blog que fala um pouco sobre a Justiça Desportiva e a história dela no nosso país.
Como seguir a carreira acadêmica no Direito

O estudante de Direito já é por tipo alguém que gosta de ler e estudar e que possui uma boa oratória, características que combinam bem com a carreira acadêmica no Direito. Mas nem todos optam por esse caminho. Aliás, a grande maioria busca concursos públicos e outra grande parte segue a advocacia. No entanto, é possível, inclusive, conciliar a carreira acadêmica com outras e exercer a docência, por exemplo, conjuntamente com outros trabalhos. Não é fácil, pois ambos requerem dedicação. Mas, para os que se encantam também com a área acadêmica, essa pode ser uma opção. Mas como seguir a carreira acadêmica no Direito? O primeiro passo desse caminho é dado, obviamente, com a graduação. A graduação em Direito é de bacharelado, o que faz com que o curso seja mais generalista, dando uma base de tudo o que se trata no Direito, porém de forma mais abrangente. Dar o segundo passo, que é o da pós-graduação, é hoje em dia visto como essencial. Se aprofundar sobre um tema específico dentro da área é, do ponto de vista técnico, o mais assertivo. É neste momento da caminhada que o estudante/profissional vai definir se vai seguir ou não a carreira acadêmica. Nessa bifurcação, ele opta por uma pós lacto sensu e vai estudar uma área específica, como, por exemplo, direito tributário, mas com foco no trabalho e na atuação, ou opta por uma strictu sensu, com uma formação específica em um determinado assunto dentro de uma área e com foco para estudo e pesquisa. Esse tipo de pós é o chamado mestrado. No mestrado em Direito, o foco é o desenvolvimento de investigação sistematizada dos problemas jurídicos e para isso alia-se pesquisa, análise e discussões. Existem disciplinas a serem cumpridas, além da pesquisa a ser realizada durante o período do curso. A quantidade de leitura é extensa e os estudos, densos. Algumas dicas importantes sobre o momento de escolher o mestrado são: buscar informações sobre as linhas de pesquisa das instituições (é preciso que elas coincidam com as suas vontades e expectativas), avaliar recursos físicos, humanos e bibliográficos da instituição (isso faz muita diferença no processo e no resultado do mestrado). Normalmente, após finalizar o mestrado, o estudante ingressa no Doutorado. Nele também é preciso cursar algumas disciplinas e elaborar uma tese. A leitura, pesquisa e estudos se intensificam e a dedicação na maioria dos casos é ainda maior que a do mestrado. Escolher a instituição com critério também é importante e avaliar, por exemplo, parcerias com universidades no exterior pode ser essencial para quem deseja fazer um doutorado sanduíche. Nele, o estudante faz uma parte de seus estudos em outra universidade trazendo com isso muitas vantagens para seus estudos e currículo. Os profissionais que optam por seguir a carreira acadêmica em Direito costumam buscar a docência em universidades de renome, conciliando esse trabalho com o de pesquisa. Como resultados de suas pesquisas, eles publicam artigos, por exemplo, que são de grande valia para a área. A média salarial de um professor com doutorado nessa área é de R$4.200,00, podendo chegar aos R$11.000,00. Algumas universidades contratam profissionais somente com mestrado. Toda carreira acadêmica requer muito estudo e dedicação, porém, para aqueles que se encaixam nesse perfil, é uma carreira bastante gratificante e interessante. Se você quer saber informações sobre o mestrado da EPD, leia este artigo a seguir: No site você também pode obter maiores informações: https://epd.edu.br/mestrado
Acha importante participar de congressos de Direito?

Depois de quase dois anos de pandemia, os congressos de Direito presenciais voltaram e com isso muitos estudantes e profissionais da área começam a pensar em quão válido é esse tipo de experiência. Antes de falar sobre a importância, vamos falar sobre o que é um congresso. Um congresso é um encontro para tratar de um determinado tema ou nicho de mercado. Normalmente, em um congresso, existem debates, apresentação de resultados, minicursos, exposição de trabalhos acadêmicos e palestras. Costuma ser um tipo de evento maior, no qual o tema central guia todos os outros conteúdos adjacentes. Além dos congressos, existem outros eventos como: · Encontros; · Seminários; · Simpósios; · Fóruns; · Conferências, · Jornadas; · Cursos; · Workshops. Mas, afinal, qual a importância de participar de congressos de Direito? Muitas são as vantagens de participar de eventos como congressos e os outros que citamos acima. Primeiramente, todo e qualquer momento de aprendizado e troca de experiências é válido, tanto para estudantes quanto para profissionais. Outra grande vantagem é o networking. Conhecer diferentes pessoas, de diferentes lugares, com experiências e ideias diferentes, já é enriquecedor por si só. Aliar a isso a oportunidade de aumentar a rede de relações torna o congresso uma ferramenta muito rica. A atualização também é uma das grandes vantagens dos congressos. Normalmente, os conteúdos trazidos e debatidos são temais atuais, estudos finalizados há pouco tempo e que ainda não existem nos livros, enfim é possível obter conhecimentos que os diferenciarão no mercado. Além de todo esse conhecimento proporcionado pelas interações sociais, podemos acrescentar os certificados, principalmente para os estudantes e os que estão em início de carreira, como um grande diferencial dos congressos. Esses certificados são importantes para o currículo estudantil e profissional. É essencial ter em mente que uma boa formação não se obtém somente nos cursos de graduação e especialização. Existem diferentes congresso de Direito e saber escolher quantos ou quais fazer ao longo de um ano também é importante. Busque essas informações em sites específicos de vendas de ingressos e em sites importantes do meio jurídico. Para quem nunca buscou esse tipo de evento, pode até digitar no Google “concursos de Direito” e várias páginas sobre o assunto aparecerão. Algumas dicas importantes Dentre as muitas opções, procure aqueles que sejam mais abrangentes sobre uma área que você goste ou atue, ou então aqueles específicos em um assunto que seja uma novidade e vá fazer diferença na sua carreira. Se você ainda é estudante, busque também por essas informações na sua faculdade e com os seus professores. Quanto antes a inscrição é feita, menor o valor pago e maior a chance de participação, já que as vagas são sempre limitadas e os valores costumam subir com o decorrer do tempo. Estude sobre o tema e sobre as pessoas que farão parte do congresso, como palestrantes ou mediadores. Isso ajuda bastante a fazer com que a experiência seja mais enriquecedora, pois em nenhum momento se sentirá perdido ou descontextualizado. Vestir-se de forma apropriada é importante – lembre-se que é um momento de networking também. E, aliás, troque contatos e redes sociais com as pessoas que você conhecer. De nada adianta conhecer pessoas e depois não ter como se conectar com elas de alguma forma. Seja participativo, de acordo com o que de fato te interessa e será pertinente. Fazer perguntas somente por fazer não é bom. Demonstre conhecimento e faça perguntas inteligentes, se assim quiser. Agora conte nos comentários se você já participou de congressos de Direito e continue acompanhando o Blog e as redes sociais da EPD para se manter sempre atualizado.
No dia do diplomata, vamos falar sobre como se tornar um

20 de abril foi instituído o Dia do Diplomata, em homenagem ao Barão do Rio Branco (José Maria da Silva Paranhos Júnior). Esse é o dia do nascimento do patrono da diplomacia brasileira e, desde 1970, comemora-se o Dia do Diplomata nesta data. Oportuno, então, hoje falar um pouco sobre essa carreira e quais passos são dados nela. A primeira informação importante é a de que é necessário ter um diploma de graduação para poder estar apto a prestar o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata, para o provimento de vagas na classe inicial de terceiro-secretário. Diferente do que a maioria pensa, não é necessário ser formado em Direito ou Relações Internacionais, qualquer graduação dá direito a prestar o concurso. Porém, os estudantes dessas áreas costumam ser a maioria nesse concurso devido, inclusive, às disciplinas cobradas no mesmo. Como colocado acima, o provimento de vagas é para a classe inicial de terceiro-secretário. Os cargos seguintes em ordem na carreira são: Segundo-Secretário, Primeiro-Secretário, Conselheiro, Ministro de Segunda Classe e Ministro de Primeira Classe (Embaixador). Sobre o concurso De acordo com o Edital de 2022, o concurso será realizado em três fases: a) Primeira Fase: prova objetiva, constituída de questões do tipo CERTO ou ERRADO de língua portuguesa, língua inglesa, história do Brasil, história mundial, política internacional, geografia, economia e direito, de caráter eliminatório, e que habilitará os candidatos a se submeterem à fase seguinte; b) Segunda Fase: provas escritas de língua portuguesa e língua inglesa, de caráter eliminatório e classificatório. c) Terceira Fase: provas escritas de história do Brasil, geografia, política internacional, economia, direito, língua espanhola e língua francesa, de caráter eliminatório e classificatório. É um concurso bastante disputado e com poucas vagas (34 em 2022). O salário inicial de R$19.199,96 é um dos principais motivos da alta disputa, além, claro, das especificidades interessantes da carreira. Sobre a carreira O concurso, como mencionado, provê as vagas de terceiro-secretário e os classificados atuam nessa função durante a formação no Curso de Formação de Diplomatas do Instituto Rio Branco. O cargo subsequente é o de segundo-secretário. O diplomata exerce essa função até ser promovido ao cargo de primeiro-secretário. Esse cargo é cumprido em Brasília e a atuação pode ser como assessor do Ministro das Relações Exteriores ou do Secretário-Geral do Presidente da República. Existe também o cargo de Conselheiro que, para ocupá-lo, o diplomata precisa exercer a função por no mínimo nove anos. O papel do conselheiro é o de Chefe de Divisões, como das Nações Unidas ou Direitos Humanos. O treinamento dos diplomatas ocorre durante toda a carreira, de forma intensa e contínua. É preciso ser um profissional preparado para atuar e tratar com diferentes temas que envolvem, por exemplo, segurança, comércio, política internacional, entre outros. Se você tem interesse por essa carreira, deve buscar maiores informações sobre ela e sobre os cursos de preparação para o concurso que são essenciais, pois como já dito, ele é muito concorrido, além de exigente. E para se manter informado sobre as carreiras jurídicas continue acompanhando o Blog EPD.
Quais os principais concursos de Direito?

Os concursos de Direito estão entre as principais opções de carreiras para os formados na Graduação, já que, para muitos deles, basta o diploma do bacharelado para se candidatar. Em outros casos, o aspirante a uma vaga precisa de experiência jurídica de alguns anos e também pode adquirir títulos de especialização para contar mais pontos nas provas. Fato é que a carreira pública chama atenção pelos altos salários, a estabilidade garantida, os benefícios e, na maioria dos cargos, a função social de colaborar com a Justiça do país. Por isso, seja qualquer uma das escolhas de carreira, o preparo é bastante exigente, com um bom tanto de tempo dedicado aos estudos e alta concorrência. Mas o sonho é alcançável, e existem caminhos e estratégias que podem ajudar consideravelmente. Os principais concursos de Direito – JuizO Juiz é um dos mais notórios agentes públicos da Justiça, já que é esse profissional o responsável por interpretar a lei, os fatos e as provas, para dar o veredito final nos mais diversos casos e ações em todo o país, em diferentes esferas. Um juiz pode atuar nos âmbitos estadual, federal, do trabalho, militar e eleitoral, com salários que ultrapassam os R$20 mil mensais. Saiba mais sobre a carreira e o concurso aqui. – Promotor de JustiçaO promotor, assim como o juiz, está entre os mais bem remunerados da carreira pública, com rendimentos na mesma casa dos R$20 mil, mais benefícios e auxílios. O papel do cargo é fundamental, já que é função da promotoria investigar crimes de diferentes espécies e, a partir disso, dar início a denúncias e realizar a sustentação da tese de acusação, de modo geral. – Procurador da RepúblicaO procurador desempenha função similar à do promotor, mas com foco mais voltado à defesa da sociedade. Como membro do Ministério Público Federal, esse profissional está posicionado em paralelo aos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), justamente para poder atuar em caso de irregularidades públicas. O concurso é um dos mais concorridos e desejados por formados em Direito, mas, com uma boa preparação, é totalmente acessível. A EPD, inclusive, ajuda estudantes a encontrar o caminho da aprovação com a Pós-Graduação em Direito Público direcionado para o MPF. Veja mais detalhes sobre o assunto aqui. – Delegado de PolíciaHá delegados atuantes em diversos campos na Polícia, mas, com certeza, o cargo mais desejado é o de Delegado Federal, conduzindo as delegacias da PF, investigando ocorrências e crimes em um âmbito maior. Entre as funções da Polícia Federal está apurar e combater à criminalidade, para além da esfera pública, em casos interestaduais e até mesmo internacionais. É o delegado, por exemplo, quem encaminha ao juiz relatórios de investigações que darão base para eventuais denúncias do Ministério Público e da Promotoria, bem como comandar os controles de fronteiras do país e a entrada de estrangeiros. Saiba tudo sobre a carreira e o concurso aqui. – Oficial de JustiçaCom salários que iniciam a partir dos R$9.500,00, dependendo do grau de formação, é mais um dos concursos concorrido na área do Direito. O Oficial de Justiça é o profissional que executa, pessoalmente, citações, prisões, penhoras, arrestos, ordens judiciais, mandados, entre outras tarefas administrativas. Para saber mais sobre o cargo e a prova, clique aqui. – Defensor PúblicoO Defensor Público é responsável por prestar os serviços da Justiça gratuita aos que dela necessitam. Nesse papel, o advogado aprovado em concurso público atua junto à Justiça Estadual com objetivo de promover conciliação extrajudicial, defesas diversas, entre outros (veja todos aqui). Especialize-se e saia na frenteComo mencionado no começo do texto, cursos de especialização somam pontos aos candidatos na maioria dos concursos públicos da área do Direito, mais especificamente na etapa final de títulos. Para ajudar formados no ramo que pretendem seguir por esse caminho, a EPD oferece um vasto portfólio de Pós-Graduação, nas modalidades online e presencial, com conteúdo atualizado, nota máxima no MEC e corpo docente referência no país todo. Conheça a instituição, se inscreva em um dos cursos e aproveite para sair na frente na busca pelo cargo dos seus sonhos. Acompanhe também o Blog e as redes sociais da instituição para ver mais textos sobre temas do universo jurídico.
Linkedin para advogados: como se destacar

O Linkedin para advogados é, hoje, uma ferramenta fundamental para aqueles que querem não só fazer conexões profissionais, mas também se posicionar como autoridade na área em que atuam. Além do marketing jurídico, muito popular atualmente, a rede social permite ao advogado se manter atualizado sobre o mercado e as tendências ao estar sempre em contato com colegas e empresas. O Linkedin é a maior rede social profissional do planeta, com cerca de 774 milhões de usuários em todo o mundo e mais de 50 milhões de membros somente no Brasil. Mas, em meio a tantas contas e possibilidades, como fazer com que o seu perfil se destaque e renda bons frutos na carreira entre os muitos advogados que estão lá dentro? Confira a seguir algumas dicas simples que podem ajudar. – Crie uma conta e entenda como o Linkedin funcionaA dica parece óbvia, mas ainda há muitos advogados formados que não têm uma conta criada no Linkedin. O primeiro passo, portanto, é se cadastrar na rede social. Aproveite também para entender as funcionalidades dela, os meios de conexões, procurar perfis de amigos, colegas, ex-professores e as principais empresas e instituições da sua área de atuação. Mesmo se você já tiver perfis em outras redes sociais, acostume-se a entrar no Linkedin todos os dias, pois algumas funções (e os objetivos lá dentro) são bastante diferentes do que é visto no Twitter, no Instagram, no Facebook… – Tenha um perfil profissional completoCom a conta criada e o conhecimento básico das funções do Linkedin, ou se você até já está lá, mas ainda sem um uso frequente, atualize o seu perfil de maneira completa. Faça com que ele seja um cartão de visitas da sua carreira profissional. Preencha todos os campos, faça o upload de uma boa foto, insira informações da graduação, de cursos de especialização e pós; adicione os idiomas que você fala fluentemente, experiências profissionais e tudo o que puder agregar, desde que, claro, relacionado ao Direito. Assim como no currículo, evite se estender com tópicos que não sejam pertinentes com o que você procura na carreira atualmente. Uma dica importante nessa etapa é: coloque palavras-chaves nas descrições do seu perfil. Isso fará com que o Google e o próprio Linkedin deem mais relevância para você quando as pessoas fizerem buscas na internet, o que pode fazer, inclusive, com que headhunters jurídicos lhe encontrem. – Conecte-se com as pessoas e as empresas certasEstá tudo certo em adicionar alguns dos seus principais amigos e familiares aos seguidores do seu perfil, mas tenha sempre em mente que o Linkedin é uma rede social para vínculos profissionais. Por isso, invista a maior parte do seu tempo fazendo conexões que sejam estratégicas para a sua carreira. Crie seu networking virtual por meio da plataforma. Se você está no meio do Direito Imobiliário, por exemplo, busque os advogados que são referência na área, que têm experiência no mercado e também no meio universitário. Esteja em contato com corretores, leiloeiros de imóveis e potenciais clientes, por exemplo, além de outras pessoas que estão profissionalmente relacionadas com o ramo. – Marketing Jurídico e ConteúdoAs redes sociais alavancaram o potencial do marketing jurídico, e o Linkedin é um dos principais palcos para aqueles que sabem fazê-lo. Para se posicionar como autoridade na sua área de atuação, aposte no conteúdo ali dentro para chamar atenção e até mesmo ter uma comunidade que lhe siga por vê-lo como referência. Para isso, escreva artigos do seu nicho, esteja sempre atualizado com as tendências dele, compartilhe e dê opiniões sobre notícias do meio e até convoque as pessoas com as quais você está conectado para discussões e debates. Ao pensar no conteúdo para o seu marketing jurídico, faça um planejamento dos seus posts, escolha uma linguagem adequada e se autopromova sem ter vergonha, mas lembre-se de sempre estar atento ao Código de Ética e Disciplina da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Veja mais sobre o assunto aqui. Inove e contribua com o crescimento de outros Advogados no LinkedinAlém das dicas acima, a inovação é sempre bem-vinda em plataformas digitais. Por isso, desenvolva seus próprios meios de se destacar e não deixe de contribuir para o crescimento de outros profissionais da área, inclusive criando uma grande rede em torno do seu perfil. Para isso, aproveite esse texto e compartilhe nos comentários o que você já tem feito no Linkedin, deixe mais dicas para os colegas e para aqueles que ainda não se aventuraram pela rede social. Siga também acompanhando o Blog e as redes sociais da EPD para ver mais conteúdos relacionados ao universo do Direito.
Advogado 4.0: preciso me atualizar?

O mundo vive em constante mudança e, com isso, o campo profissional, seja em qual área for, também. Um profissional que se destaca em seu nicho de atuação é aquele que está atento às mudanças e que as coloca em prática. Portanto, a busca por atualizações é essencial em todas as áreas e no Direito não seria diferente. O termo advogado 4.0 é utilizado para falar sobre o advogado que está atento e alinhado às mudanças, principalmente as tecnológicas. A era digital é mais do que uma realidade e, por mais tradicional que seja a área do Direito, já está mais do que claro que é preciso se adequar e fazer parte dessa era. Aspectos tão comuns na rotina da vida dos advogados, como processos de papel, não fazem mais parte da realidade e aqueles que não acompanharem as mudanças estão perdendo muito nesse mercado tão competitivo. O advogado 4.0 é um profissional antenado e hiperconectado e é, principalmente, alguém que utiliza a tecnologia a seu favor e a favor de seu cliente. Características e habilidades do advogado 4.0 O advogado 4.0 possui atitude colaborativa, é um bom gerenciador de projetos, tem conhecimento financeiro e, obviamente, domínio de tecnologias. A atitude colaborativa faz com que ele seja mais do que simplesmente alguém que atua bem em equipe. O advogado 4.0 compartilha seus objetivos e estratégias, em prol de melhores resultados coletivos. No mercado competitivo da advocacia, aquele que tem uma boa capacidade de gerenciamento de projetos faz com que a equipe e os resultados sejam mais eficientes e, por consequência, tragam mais benefícios financeiros. O entendimento de que um escritório de advocacia é um negócio, e precisa ser gerido como tal, faz parte do pensamento do advogado 4.0. Portanto, ter conhecimento financeiro faz parte das habilidades necessárias. Já falamos sobre a importância da tecnologia nos tempos atuais e das facilidades que ela traz. E, obviamente, o advogado 4.0 tem entendimento sobre isso e se utiliza de soluções como softwares, por exemplo, para fazer com que o trabalho seja feito de forma mais dinâmica e com melhores resultados. Diante de tudo isso, podemos entender que se atualizar e passar a atuar como um advogado 4.0 não é somente uma necessidade do mundo atual, mas uma forma mais eficiente e inteligente de atuação num mundo em constante evolução. A cada ano que passa, as mudanças acontecem com maior rapidez. A pandemia, por exemplo, adiantou em pelo menos cinco anos previsões em se tratando de uso de redes sociais, e-commerce, cursos online e outros relacionados à internet. Conclui-se, então, que adquirir novas habilidades que anteriormente não eram vislumbradas em algumas carreiras, como é o caso do Direito, torna-se a diferença entre se destacar ou não no mercado. Como se atualizar? A EPD, como a Casa do Direito, é pioneira na proposta de ajudar advogados a se atualizar de acordo com as tendências dessa nova realidade. Para isso, a instituição lançou uma nova escola de negócios, a EPD Legal Lab. Clique aqui e saiba mais sobre o núcleo e os cursos oferecidos. Continue, também, acompanhando nossos perfis na redes social e o Blog para mais conteúdo e dicas.
Você se atualizou durante a pandemia?

Saiba como atualizar a carreira na pandemia pode ser uma oportunidade de crescer dentro do Direito. O período mais crítico da pandemia e do isolamento social foi de cuidados, incertezas e luto. Para uma parcela da população, porém, esse tempo também abriu oportunidades para se atualizar na carreira e buscar mais conhecimento e especialização. É importante deixar claro que muitas pessoas não têm acesso a esse tipo de privilégio, principalmente no momento de crise. Mas a classe de advogados e juristas pode (e deve), sim, estar atenta a tendências e caminhos para abrir o leque e se desenvolver mais como profissional. O Direito na Pandemia O Direito foi atingido em cheio pelas consequências da pandemia em praticamente todas as suas áreas. O setor imobiliário, por exemplo, sofreu com aumento significativo do IGPM, o que impacta diretamente nos contratos. As relações trabalhistas também mudaram, gerando uma demanda para os advogados do ramo por atualizações. Até mesmo o dia a dia no escritório se transformou, com a migração para o home office e as audiências virtuais. É possível seguir listando mudanças na rotina de praticamente todos os advogados, promotores, juízes e até mesmo ministros de cortes, que tiveram que se adequar a uma nova realidade. Nova realidade essa que pede por um novo tipo de profissional, mais flexível e adaptável. O papel da tecnologia Mudanças na Lei à parte, o cenário atual é de avanços tecnológicos na área do Direito, que, cada vez mais, torna-se inerente aos elementos virtuais e ferramentas de otimização do trabalho. A inteligência artificial já está presente na Justiça de alguns países e, mesmo que ainda em caráter experimental, vem deixando claro que terá seu protagonismo em processos e operações em um futuro breve. Há também uma inovação na postura dos advogados com o trabalho em si, na qual uma nova mentalidade de otimização vem sendo adotada para que produtividade e agilidade não atrapalhem a demanda pelo “pensar” do profissional: o chamado Scrum. É a partir desses novos aspectos e entendimento que muitos já veem no Direito alternativas para um crescimento da carreira atrelado a essas tendências. A EPD, inclusive, tomou a dianteira e lançou recentemente a Escola de Negócio da instituição, a EPD Legal Lab, com cursos e short labs voltados para temas até aqui pouco aproveitados. Experimentação para atualizar a carreira na pandemia Novos cenários não significam, contudo, que o tradicional perca seu valor. Muito pelo contrário: há uma estrutura principal no Direito e na Legislação que é imutável e objetiva. Como a casa da área no país, a EPD também oferece cursos de Pós-Graduação presenciais e online em todos os ramos de atuação, com professores mestres e doutores entre os melhores. Antes mesmo de se inscrever em uma dessas Pós, a instituição oferece degustação gratuita de 7 dias para os principais cursos, já que é fundamental na carreira a experimentação para ter mais assertividade nas escolhas. Você tem se atualizado durante o período de pandemia? Se sim, como tem feito? Conte nos comentários e ajude a construir esse debate em torno do tema.
O que é Compliance e por que aplicá-lo

O que é e como surgiu Como a leitura em voz alta sugere, a palavra Compliance vem do inglês, mais especificamente do termo to comply, que em tradução literal significa seguir as normas, a ordem, os acordos. Com a definição dada, é bastante intuitivo chegar ao que vem sendo aplicado hoje nas empresas, públicas e privadas, e tornando-se popular nas discussões dos profissionais do Direito e de outros ramos no universo corporativo. O Compliance, portanto, nada mais é do que uma série de ações dentro das instituições para que diretoria, funcionários e colaboradores estejam em conformidade com a legislação, que pode envolver aspectos técnicos e comportamentais, internos e externos. Basicamente uma garantia do cumprimento do bom e velho “código de conduta”. O combate a corrupção se tornou o carro-chefe dos membros de tal departamento, mas é um tanto natural que cada empresa tenha particularidades e diferenças nos processos internos, o que também estende a atuação do Compliance, variando a cada caso, para elementos tributários, fiscais, trabalhistas e até mesmo relacionados à relativamente recente Lei LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais). Importância do Compliance no Brasil Embora atue em uma frente mais ampla, como mencionado acima, a discussão do Compliance no Brasil veio à tona e ganhou força há pouco menos de dez anos, impulsionada pela Lei Anticorrupção (n. 12.846), institucionalizada em agosto de 2013. Com a mudança na legislação, as empresas deixaram de ver o Compliance apenas como “algo a mais”, e passou-se a incorporá-lo à cartilha de departamentos fundamentais, não só para a manutenção da boa imagem, como, sobretudo, com objetivos de tirar vantagem — apreciativa — dos benefícios àqueles (pessoas jurídicas) que adotam compromissos sérios com Lei e a transparência. Ao criarem uma cultura interna de responsabilidade e fiscalização, as instituições garantem a verificação de processos realizados aos olhos da Justiça e conseguem se proteger de forma mais eficaz de danos e sanções. Diferença entre Compliance e Auditoria A auditoria se caracteriza por ser uma ação específica e pontual para checagem de ordens tributárias, financeiras e fiscais de empresas para que elas estejam dentro dos limites legais. O compliance é mais abrangente, pois envolve todo um ambiente ao seu entorno para que o negócio, como um todo, atenda a normas éticas e da Lei, sempre em busca de uma transparência generalizada que diminua a margem de riscos internamente, perante à própria Justiça e na relação com o Governo. Com mais complexidade e planos de ação em relação à auditoria (mais restrita ao fisco e tributos), o Compliance necessita, por exemplo, de um departamento voltado só para si, com profissionais jurídicos e de outras áreas correlatas e trabalho contínuo e duradouro. É importante ressaltar que, apesar das diferenças nas definições, auditoria e compliance andam de mãos dadas, eventualmente. Entre para o debate Você já está inserido na cultura do Compliance dentro da sua empresa? Tem interesse e quer entender mais sobre o assunto? Deixe seu comentário abaixo e siga acompanhando os conteúdos da EPD. Aproveite e leia também:Compliance para empresas: O que é e seus benefícios Direito Corporativo e Compliance: A área que mais cresce no Brasil