O Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba fez sua
primeira correição eletrônica, método que evitou a assinatura manual de
312 folhas de processos. O presidente e corregedor do TRT-13, juiz
Edvaldo de Andrade, fez a primeira Correição Periódica Ordinária de
forma eletrônica. A Correição aconteceu na 4ª Vara do Trabalho de João
Pessoa.Um programa criado pela Secretaria de Tecnologia da Informação do
TRT-13 permite que os processos sejam gerados eletronicamente, de
acordo com o artigo 4º, inciso II, da Lei do Processo Eletrônico. Basta
que os servidores da Corregedoria acionem um comando específico para
dar início ao procedimento.A Correição Eletrônica permite controle absoluto sobre os processos
vistos, inclusive com as observações feitas em relação à tramitação,
que são chamados de “despachos correicionais”. Na 4ª Vara, porém, o
presidente não constatou nenhuma irregularidade. “A unidade está em
plena normalidade, graças ao empenho e dedicação dos magistrados e
servidores”, disse Andrade. A correição aconteceu entre 7 e 9 de julho.
Foi a primeira vara da capital a receber a visita correicional após a
implantação do processo eletrônico, que aconteceu no dia 1º de junho.De acordo com o diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação do
TRT, Max Frederico Guedes Pereira, a Secretaria da Corregedoria
solicitou e a STI elaborou um módulo dentro do Sistema Unificado de
Acompanhamento de Processo. “Esse módulo permite selecionar um
percentual de processos da Vara do Trabalho, randomicamente, por
números pares ou ímpares, para que a equipe da correição possa atuar
nesses processos, examinando suas peças eletronicamente e postando os
despachos com assinatura eletrônica”, explicou Max Guedes. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT-13. Fonte Consultor Jurídico

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